O controle de etileno é uma das etapas mais importantes na cadeia de conservação de frutas, vegetais, flores e produtos vegetais sensíveis.
O acúmulo desse gás — produzido naturalmente por vegetais — acelera o amadurecimento, reduz o tempo de prateleira (shelf-life), aumenta perdas pós-colheita e pode comprometer operações logísticas e industriais inteiras.
Em ambientes como câmaras frias, centros de distribuição, galpões de armazenamento, packhouses, estufas e transporte refrigerado, manter níveis mínimos de etileno não é uma opção: é um requisito técnico de preservação.
Este guia explica o que é o etileno, como controlá-lo, como evitá-lo, tecnologias disponíveis e o papel dos sistemas da Desumec na preservação industrial.
O etileno (C₂H₄) é um hormônio vegetal gasoso responsável por regular processos de amadurecimento, senescência, brotação e queda natural de folhas e frutos. É considerado o “hormônio do envelhecimento”.
Segundo a Food and Agriculture Organization (FAO), mais de 40% das perdas pós-colheita globais têm relação direta com manejo inadequado de etileno:
https://www.fao.org
Em pequenas concentrações, o etileno é suficiente para provocar:
Amadurecimento acelerado
Amolecimento de polpas
Alteração de cor
Aparecimento de manchas
Perdas de aroma e nutrientes
Apodrecimento prematuro
Em ambientes industriais, o gás gerado por alguns produtos pode contaminar lotes inteiros de outras mercadorias sensíveis.
O etileno afeta diferentes frutas e vegetais em ritmos distintos. Alguns são geradores; outros são extremamente sensíveis.
Banana
Abacate
Maçã
Tomate
Manga
Mamão
Kiwi
Pera
(Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Etileno)
Alface
Brócolis
Cenoura
Pepino
Frutas cítricas
Folhosas em geral
Flores e plantas ornamentais
Sem controle de etileno, produtos incompatíveis armazenados juntos podem gerar perdas massivas.

O controle de etileno consiste em reduzir, quebrar ou adsorver o gás presente no ambiente para evitar seu acúmulo.
Os sistemas mais utilizados são:
Capazes de oxidar o etileno e convertê-lo em substâncias estáveis. Muito usado em câmaras de frutas e containers.
Adsorvem moléculas, mas têm eficiência limitada para volumes grandes.
O etileno é quebrado quimicamente através de catalisadores e circulação forçada de ar.
Em quantidades precisas, o ozônio reage com o etileno e reduz sua concentração. Apesar disso, exige operação extremamente segura.
Ambientes de alta umidade aceleram a taxa de produção de etileno e favorecem o crescimento microbiano.
Por isso, tecnologias da Desumec — como desumidificadores industriais por dessecante — ajudam indiretamente a controlar o etileno ao estabilizar as condições climáticas internas.
As câmaras refrigeradas são os ambientes onde o etileno se acumula com mais facilidade, principalmente devido à circulação insuficiente de ar ou mistura de produtos incompatíveis.
Amadurecimento rápido
Apodrecimento localizado
Manchas e escurecimento
Perdas por desidratação
Redução do tempo de transporte
Segundo o Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (INTA), lotes misturados sem manejo adequado podem perder até 30% da vida útil:
https://www.argentina.gob.ar/inta
Filtros de oxidação com permanganato
Sistemas ativos de filtragem do ar
Ambientes com umidade controlada
Uso de desumidificação por dessecante (Desumec)

O transporte é uma etapa crítica, pois o etileno se acumula em espaços fechados como:
Containers marítimos
Caminhões baú refrigerados
Cargas aéreas em ULD
Baús isotérmicos
A vibração, impactos e mudanças de temperatura também aumentam a respiração das frutas, elevando a liberação de etileno.
Sachês anti-etileno
Filtros compactos de permanganato
Circulação mecânica de ar
Desumidificação em áreas de pré-resfriamento
O etileno controla o ciclo pós-colheita desde o pré-resfriamento até o armazenamento em massa.
Seleção
Lavagem
Secagem
Embalagem
Atmosfera modificada (MAP)
Atmosfera controlada (AC)
Estudos do Embrapa confirmam que o controle do etileno pode dobrar o período de conservação de produtos sensíveis:
https://www.embrapa.br
Pesquisas apontam que:
Bananas podem amadurecer em menos de 48h em ambientes com alta concentração de etileno.
Brócolis perde até 70% do verde após a exposição.
Alface desenvolve manchas rosadas típicas do estresse por etileno.
Flores cortadas têm a vida útil reduzida pela metade.
Esses prejuízos aumentam custos logísticos, descarte e afetam indicadores de qualidade.
A Desumec não produz filtros específicos de etileno, mas atua em uma etapa essencial: o controle da umidade, fator que intensifica a respiração vegetal e a geração de etileno.
Ambientes úmidos:
aceleram reações bioquímicas
favorecem proliferação fúngica
estimulam a produção natural de etileno
desregulam atmosferas controladas
Os desumidificadores Desumec estabilizam o microclima interno:
baixam o ponto de orvalho
mantêm umidade controlada
reduzem taxa respiratória dos produtos
preservam aroma e textura
prolongam shelf life
Câmaras frias industriais
Túneis de pré-resfriamento
Armazéns climatizados
Packhouses
Industrias alimentícias
Processamento de frutas
Separar produtos produtores dos sensíveis
Garantir ventilação constante
Manter temperatura estável
Evitar danos mecânicos nos frutos
Sinais visíveis incluem:
Amadurecimento acelerado
Murchamento
Manchas escuras
Queda de folhas
Cheiro adocicado intenso
Realizar pré-resfriamento rápido
Usar filtragem anti-etileno
Controlar umidade (Desumec)
Evitar mistura de lotes incompatíveis
O controle de etileno é indispensável para qualquer operação que envolva frutas, vegetais, flores e outros produtos vegetais sensíveis. A combinação de filtragem, ventilação, temperatura e controle de umidade é a chave para preservar qualidade, reduzir perdas e prolongar shelf-life.
A Desumec, com sua tecnologia de desumidificação industrial por dessecante, fornece soluções essenciais para estabilizar ambientes e contribuir diretamente com o manejo adequado do etileno.
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