Em arquivos públicos, museus, bibliotecas, cartórios, centros de documentação e setores corporativos, a umidade é hoje reconhecida como um dos dez maiores agentes de degradação, uma classificação amplamente discutida por instituições como o ICCROM e organizações culturais internacionais.
O controle de umidade em arquivos é um dos pilares mais importantes para garantir a preservação de documentos, obras raras, fotografias, manuscritos, mapas, registros institucionais e materiais históricos.
Quando a umidade relativa (UR) está fora do intervalo recomendado, os acervos tornam-se vulneráveis à deterioração química, proliferação de microrganismos, deformações físicas e perdas irreversíveis de valor histórico e cultural.
Manter o controle de umidade em arquivos não é apenas uma prática recomendada — é uma exigência técnica para qualquer instituição que deseja garantir a integridade do seu acervo por décadas ou séculos. Documentos e peças históricas são extremamente sensíveis às variações ambientais, especialmente à umidade, que acelera reações químicas e cria um ambiente ideal para danos biológicos e estruturais.
Quando a UR ultrapassa 60%, inicia-se um processo acelerado de deterioração, que inclui:
Crescimento de mofo e fungos em papel, couro, tecido, madeira e fotografias.
Hidrólise ácida, degradando papel e causando amarelamento.
Corrosão de metais, especialmente em acervos com grampos, pinturas, moedas e equipamentos.
Deformações físicas, como ondulações, empenamentos, rasgos e fragilidade estrutural.
Segundo o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e o ICOM, o ambiente ideal para conservação deve manter temperatura entre 18 ºC e 22 ºC e UR entre 40% e 55%, com mínima variação diária.
Referência:
https://www.gov.br/iphan/pt-br
https://icom.museum
A capacidade dos materiais de resistirem ao tempo depende diretamente da estabilidade climática. Quando o ambiente sofre picos de umidade, os danos podem ser instantâneos ou cumulativos, sendo mais graves em acervos de grande fragilidade.
O papel absorve e libera umidade rapidamente. Em ambientes instáveis, ele sofre:
Ondulações
Perda de resistência mecânica
Formação de manchas
Aceleração da oxidação
Papel antigo, principalmente o que contém lignina, é ainda mais vulnerável.

Fotografias, negativos e fitas magnéticas são extremamente sensíveis.
A umidade favorece:
Cristalização de gelatina
Separação de camadas
Vinegar Syndrome, a deterioração química de acetato
https://en.wikipedia.org/wiki/Vinegar_syndrome
Metais se tornam altamente reativos em umidade elevada, especialmente quando combinados com poluentes atmosféricos.
A corrosão é potencializada em ambientes com:
SO₂
NOₓ
Ozônio
Compostos orgânicos voláteis (COVs)
Leitura recomendada:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Corrosão
A presença de umidade elevada em arquivos pode surgir de diversas condições, muitas delas comuns em prédios históricos ou em estruturas pouco climatizadas.
Arquivos instalados em:
subsolos
andares térreos
imóveis antigos
estão especialmente vulneráveis.
Ambientes sem renovação de ar tendem a acumular vapor de água, elevando a UR mesmo em clima seco.
A condensação ocorre quando superfícies frias encontram ar quente e úmido — criando o cenário ideal para mofo.
Livros, papéis e tecidos absorvem e liberam umidade, alterando a UR interna com facilidade.
Quando o controle de umidade em arquivos é negligenciado, os danos podem se tornar irreversíveis. Entre os impactos mais críticos estão:
Perda permanente de documentos históricos
Degradação de tintas e pigmentos
Infestação de fungos tóxicos
Danos à saúde dos colaboradores
Perda da legibilidade e valor informacional
Custos altíssimos de restauração
Mofo em documentos pode comprometer até 100% da informação, segundo pesquisas de conservação documental.

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ASHRAE
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